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sexta-feira, 6 de outubro de 2023

Os sonhos também dormem. Será que sonham?


  Era uma vez uma floresta sombria, onde poucas vezes entrava o sol. Os seus habitantes eram sonhos, dorminhocos, tristonhos, vindos de seres humanos. 

   Sonhos de todo o tipo: uns de fantasias, outros de obstáculos, uns porque encontravam gente maldosa, invejosa, egoísta, outros encontravam portas fechadas. 

   Uns vinham das dúvidas, das incertezas, dos medos e de fracassos anteriores, outros de projetos cheios de ideias que não eram possíveis de pôr em prática. Eram aos milhares, espalhados pela floresta. 

   Ninguém se atrevia a entrar nela, nem sabiam da sua existência. Até que um dia, uma senhora com uma certa idade, sonhou com essa floresta misteriosa, e viu nela centenas de sonhos, a dormir. 

   Os dela, desde a sua infância, que não realizou, os da adolescência e da idade adulta, que sabia nunca serem possíveis de realizar, fizeram-lhe cair umas lágrimas dos olhos. 

   Os que não encontraram portas abertas, os que outras pessoas não deixaram realizar, ela ficou triste, mas seguiu em frente, e os de agora, do tempo presente, que ela não deixou de ter, mas achava que não conseguia realizar pela sua idade. 

     Mesmo assim, realizava-os nos sonhos, e mantinha a esperança de vir a realizar alguns, aqueles que lhe pareciam mais reais, mais próximos, que tinham mais a ver com o que era e o que vivia. 

     Viu ainda os sonhos que tinha todas as noites, e os pesadelos a tentar acordar os sonhos. No sonho ela grita aos pesadelos: 

- Parem quietos, vão-se embora! Ainda não chega atormentarem-me a noite toda, e ainda vos encontro aqui, a chatear os sonhos?! Não gosto de vocês. 

     Os pesadelos desatam às gargalhadas: 

- Olhe para a nossa cara de preocupados por não gostar de nós! - ri um pesadelo 

- Então tu, não se pode aturar..! Que perseguição. - diz a senhora 

- Não tenho nada a ver com isso. A senhora é que pensa em mim, eu só apareço porque a Sra. quer. - explica o pesadelo. 

- Mas que grande convencido! Achas que alguém gosta de sonhar contigo? Acordamos a gritar…! 

- Ora essa! Só apareço nos vossos pesadelos quando vocês pensam em mim, ou quando têm medo de mim. 

- Claro, toda a gente tem medo de ti, falam em ti na televisão vezes sem conta, como não vamos ter medo de ti? 

      O pesadelo dá uma sonora gargalhada. 

- Credo, essa tua gargalhada mete medo, ao medo! 

      Outra gargalhada do pesadelo.

- Quem é esse? - pergunta o pesadelo 

- Acho que nunca o vi por aqui! - responde outro pesadelo 

- Nem eu! Nem sei se existe. Deve ser outra criação dos humanos! - acrescenta outro pesadelo 

- É! Esse existe em nós, pode ser bom ou mau. - responde a Sra. 

- Mas é pesadelo como nós? - pergunta outro pesadelo 

- Pode ser...quer dizer, pode ser tão grande que se torna um pesadelo feio como vocês! - diz a Sra. 

      Os pesadelos dão umas belas gargalhadas 

- Huuummm…amigos, vamos estar atentos, pode ser que esse tal seja...uma...ela…! Disfarçada. Jeitosa…! 

        Gargalhada geral. 

- Que engraçadinhos! Se sentissem medo, como nós, com certeza não estavam aí a brincar. 

        Gargalhada geral. 

- Ei, riam-se mais baixo, se não ainda acordam os sonhos. Vá, vão dormir, e deixem os outros sonhos mais bonitos e agradáveis descansar, dormir, sonhar ou acordar. - ordena a senhora 

- E por acaso eles sonham? 

- Acredito que sim, se estão a dormir…! 

- Já conhecia este lugar? 

- Não! 

- Então como veio cá parar? 

- Conheci agora, enquanto estou a dormir, e a sonhar. Já vi por aí os meus sonhos antigos, os que não realizei pro vários motivos, os de outras pessoas, e alguns que ainda tenho. Mas também vos encontrei, suas criaturas indesejáveis, pesadelos. 

- Óh! Não diga isso, se não ficamos tristes…- diz um pesadelo com ar de carinhoso 

        Gargalhada geral: 

- Coitadinhos, tenho muita pena de vocês...ui! 

- Dá para ver. Diz na nossa cara que somos criaturas indesejáveis e que fazemos acordar aos gritos. Só estamos a cumprir o nosso dever, a nossa profissão! 

- Pois, pois...que bela profissão, seus feiosos. - diz a senhora a rir 

- Ai, que Sra. tão simpática! - riem todos 

- E sou, exceto quando vocês me chateiam, e me fazem despertar assustada! - diz a Sra. 

- Irraa... que ela é de ideias fixas! - comenta um pesadelo

        Gargalhada geral.  

- Venha connosco, dar uma volta por aqui, enquanto conversamos mais um bocadinho, a ver se fica a conhecer-nos melhor! - convida um pesadelo 

- Está bem! - concordo a Sra. 

        Um dos pesadelos dá-lhe o braço. 

- Está a ver como também somos bonzinhos? 

        Todos riem

- É, claro. Estou a ver que sim, mas não abuses, eu também sou boazinha até certo ponto. 

- Depois também se transforma em pesadelo? 

- É. 

        Gargalhadas, e lá vão pela floresta, a conversar alegremente, a apreciar os sonhos, apresentam-na a dezenas de pesadelos, que a cumprimentam alegremente. 

        Ela já os conhece porque são os seus próprios pesadelos. Além dos dela, viu outros tantos milhares que pensou serem de outras pessoas porque não conhecia. 

   Uns eram semelhantes aos seus, outros, os mesmos, uns completamente irreais, outros a dormir fechados em troncos de árvores. 

     Outros sonhos, de outras pessoas, que ela não conhecia, nem eram seus, pelo menos no momento presente, a dirigir-se para as saídas, os que iam ser realizados. 

       De repente, a Sra. acorda, e fica a pensar onde será essa floresta, e perguntou a si própria se os sonhos dormem. Esperou uma resposta, fechou os olhos, imaginou-se a voltar àquela floresta. 

      Olhou para todo o lado, viu um sonho simpático a espreguiçar-se, ainda de olhos fechados, a torcer-se para um lado, e para o outro, sorri, olha para a Sra. um pouco assustado e a Sra. sorri-lhe: 

- Olá, és um sonho, certo? 

- Sim, sou um sonho de alguém que espera uma porta aberta. Enquanto não aparece, fico por aqui! E a Sra. quem é? 

- Sou um ser humano, que sonho e tenho pesadelos. Estive aqui há pouco, vi os meus sonhos não realizados, por diferentes motivos, vi os meus pesadelos, passeei com eles, ainda me ri com eles, conheci outros pesadelos e outros sonhos, mas não sei onde é esta floresta. Voltei aqui porque fiquei a pensar se...os sonhos que aqui dormem, dormem mesmo, e sonham? 

- Dormir, dormimos, sim. Sonhar, e ter pesadelos, não sei se sonhamos e se temos pesadelos. Talvez! Há quem diga que sim. Tenho a certeza que dormimos e que acordamos, passeamos por aí. Esta floresta chama-se para os humanos, o Inconsciente, a floresta onde os sonhos também dormem, para onde vem todos os sonhos e pesadelos, como se fossem filmes nas cabeças. Existem por aqui apenas fragmentos de sonhos, imagens soltas, umas mais reais do que outras, sombras de pesadelos que não sei de que são feitos, não falo com eles, mas já ouvi dizer muito mal deles. 

- Áhhhh….Floresta  Inconsciente...claro! Aquela parte em nós, desconhecida, que até nos esquecemos que existe! Mas é daí que saem os sonhos, pesadelos, desejos, fantasias, ilusões, frustrações, medos, terrores, aventuras engraçadas, outras não têm piada nenhuma. Claro. É isso! Obrigada, sonho. Vemo-nos um dia destes, quem sabe! - diz a Sra. a sorrir 

- De nada, até um dia destes, sim, podemos encontrar-nos! 

- Dorme bem! 

- Obrigada, igualmente. 

        A Sra. abre os olhos, sorri e murmura; 

- Os sonhos também dormem, e quem sabe....sonham! Dormem enquanto não são realizados, ou quando são substituídos pelos pesadelos. Os sonhos também dormem, e talvez sonhem, mas podem não saber o que é isso! Pelo menos, fazem-nos sonhar e conhecer o nosso mundo interior através de imagens. Maravilhoso...é por isso que a floresta é escura, onde vivem pesadelos e sonhos. Acho que os sonhos dormem e sonham. 

                                                            

                                                                   FIM 

                                                               Lara Rocha 

                                                                6/10/2023 

E vocês, o que acham? 

Acham que os sonhos dormem, e sonham? Ou só dormem na imensa floresta Inconsciente? 

De que serão feitos os sonhos e os pesadelos? 

Se fossem a esta floresta, que sonhos encontravam a dormir? E que pesadelos (temas)? 

Se quiserem podem deixar nos comentários


                                                       

quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

Pesadelos, medos, histórias, adultos e crianças


       Era uma vez uma menina que adorava ler, e sempre que acabava de ler um livro pensava: - «quem me dera ser esta personagem! Quem me dera visitar este lugar, quem me dera dançar como ela, quem me dera ter este cabelo tão bonito! Gostava de ter este animal. 

       Como já era crescidinha sabia que nada daquilo era possível, só na sua imaginação, e enquanto lia. Um dia estava tão concentrada e deliciada a imaginar-se, numa praia, uma história que falava falava de gaivotas e praia. 

       Ouviu o piar de um bando de gaivotas esfomeadas que voavam bem perto dela sua janela, numa grande barulheira, que de dirigiam para a lixeira. Ela nem queria acreditar, estava a ler sobre gaivotas e elas ali! Realmente era tudo como ela tinha lido sobre essas aves.  

        Ficou encantada e tentou imaginar onde iriam, será que iriam para as praias que descrevem nos livros? De certeza que não! Na cidade onde ela vive, as praias não eram assim! Cansou de ler, e sonhou com as praias que visitava nos livros. 

        Nas praias dos seus sonhos, o mar estava sempre calminho. As águas eram transparentes, limpas e com peixinhos. Às vezes apareciam golfinhos, sereias, para brincar com ela, dar grandes saltos, mergulhos e passeios pelo mar. 

         Mas uns caranguejos malandrecos também queriam fazer parte da brincadeira, e chamar a atenção, então, para isso, pensavam que estavam a dar carinho à menina, mas sem querter, puxavam-lhe os cabelos com as tenazes. Como ela gritava, eles pediam desculpa, e davam abraços à maneira deles sem magoar. 

        Passeava pela areia limpa e branca, e encontrava búzios, conchas e pedras, pequeninas, grandes, médias, e gigantes. O sol era escaldante e fazia brilhar a areia, como cristais preciosos, mas uma coisa muita estranha aconteceu. 

        De repente, o céu ficou coberto de nuvens, o mar agitado, com ondas tão grandes que pareciam querer engolir a cidade toda e tudo o que aparecesse. As ondas cresciam cada vez mais, e os cristais da areia brilhante, transformaram-se em vidros. 

       O vento fazia um barulho ensurdecedor, parecia gente a gritar. A menina sai a correr, muito assustada da praia, com muita dificuldade e quase sem ar porque o vento empurrava-a, e ela gritava. Acordou! Ufa! 

        Foi só um sonho, a tempestade estava a acontecer na sua cidade, com chuva, vento e trovoada, granizo, e por isso aconteceu no seu sonho. Que medo que ela sentiu! Como acordou muito nervosa, foi ter com os pais, os avós e os irmãos que estavam totalmente encantados com a tempestade, e mostravam-lhe os raios a fazer desenhos no céu, os clarões, as nuvens, o granizo.  

        Ela contou-lhes o pesadelo, e os pais disseram-lhe que foi da sua imaginação por ter estado a ler sobre aves, praia, sol, tempestades. Perguntou se ninguém estava com medo, todos disseram que não, e os pais até a lembraram que ela de certeza que já tinha lido sobre o que estava a acontecer! 

        Ela confirmou que sim, e apreciou a tempestade com os pais, os avós e os irmãos. Cada um dos adultos partilhou o que sabia sobre aves, tempestades, praias, ondas, chuva, trovoada, granizo, vento, e outros fenómenos. 

        Aproveitaram e falaram dos seus medos, em pequenos, riram muito, perceberam que já tinham passado, e dos medos agora em adultos, que tinham razão para alguns deles, outros não. Como estavam em casa e em segurança, divertiram-se e apreciaram a tempestade. 

E vocês? Têm medo de tempestades? 

Que outros medos sentem? 

Perguntem aos adultos que estão convosco, se não sentem medos. Claro que sentem medos, os crescidos também, não acreditem se eles disserem que não têm medos. 


                                                        Fim 

                                                       Lara Rocha 

                                                        23/Dezembro/2021 

      

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Histórias de amor, ou histórias de terror?

         Era uma vez uma árvore onde viviam muitos morcegos, corujas, e mochos. Um morcego tinha muita imaginação e adorava ler. Devorava livros e mais livros. 
        Gostava tanto de histórias que quando as lia parecia que as vivia. Tanto, que falava sozinho, ele dizia que estava a falar com as personagens, mas ninguém, a não ser ele as via.                 Gritava, insultava, agitava-se, às vezes até se atirava de repente e caia no chão. Todos ficavam assustados, até que se habituaram aos seus repentes, e riam com ele.
             Embora lesse um pouco de tudo, o que gostava mesmo era de histórias tenebrosas, assustadoras, de terror, aquelas que assustam e ao mesmo tempo muitos gostam de ouvir. Não entendiam como não tinha pesadelos de noite, com tanta história de terror, mas não tinha, e adorava contá-las aos outros pequenos, o que passou a ser um grande problema, porque tinham pesadelos.
            Uma noite, as corujinhas pequenas quiseram juntar-se ao grupo, e ouvir as histórias. Quando perceberam que eram de terror, viraram costas e foram ler outras histórias, as delas, mais românticas, de temas que as meninas gostam. Nessa noite, mesmo não ouvindo as histórias de terror, elas tiveram pesadelos, talvez porque ouviram os mochos a gritar e a rir.
            Os mochinhos eram teimosos, ouviam as histórias, e claro, de noite tinham um sono muito agitado, mexiam-se, gritavam, caiam abaixo da árvore. Os pais dormiam como se nada fosse, as morceguinhas e as corujinhas acendiam as luzes e tentavam acalmá-los.

- Olhem, meninas, os valentões acordaram assustados! - diz uma morceguinha irónica
 (Todas riem)

- Coitadinhos… - dizem todas a rir

- Vão ouvir mais histórias de terror, vão…! - recomenda uma corujinha a rir de fininho

- Que palermas! - comenta outra morcega

- A culpa é do teu irmão. - Resmunga um morcego que acordou estremunhado

- Essa agora…? Porquê?

- Porque ele é que nos lê essas histórias.

- Se não gostam, porque as ouvem?

- Porque ele é nosso amigo!

- Lá porque é amigo, não têm de gostar das mesmas coisas que ele! - diz a irmã do morcego

- Pois. - Concordam todas

- Nós não temos medo! - afirma convicto um mochinho que ainda está a tremer do pesadelo

- Naaaaaa... - exclamam todas a rir

- Então porque é que estás a tremer, e acordaste aos gritos?

- Eu…? A tremer, e aos gritos…? Tu é que deves ter tido um pesadelo… - diz o morcego que parecia uma vara verde, armado em forte. Elas riem

Uma morcega dá um espirro. Os mochinhos e os morceguinhos escondem-se assustados. As meninas riem

- Até um espirro lhes mete medo, quanto mais, uma história de terror.

- Pois é.

- Acham que são muito corajosos…

- Eu não gosto nada dessas histórias.

- Nem eu!

- É por isso que quando as oiço, mesmo não estando muito atenta, estes palermas a gritar, assusto-me, tenho sonhos maus.

- Eu também.

- Nós sabemos que aquilo não é real, mas não sei porquê...mete medo.

- Pois é.

- Não temos que gostar todos do mesmo.

- Claro que não.

- E se eles experimentarem ouvir ou ler as histórias que nós lemos? - sugere uma morceguinha

- Boa! - concordam todas 

            Uma noite as corujinhas e as morceguinhas convidaram os amigos que se diziam muito corajosos, mas na verdade tinham muito medo, a ouvir as histórias que elas liam.

- As histórias que vocês gostam, são pirosas...- resmunga um mochinho

- Mas ouviste-as, e vais ver como esta noite não vais ter pesadelos! - garante uma morceguinha

- Eu até acho que gosto de histórias de amor, mais do que de terror. - pensa alto um morceguinho

- Claro, o amor é muito mais bonito, terror... já temos muito, à nossa volta e é mau! - diz uma morceguinha

- À noite precisamos de ouvir coisas bonitas, agradáveis, para descansar e ter bons sonhos! - acrescenta uma corujinha

             Nessa noite, não tiveram pesadelos, e alguns descobriram que afinal também gostavam das histórias para meninas. Como, ainda assim, gostavam das histórias de terror, e pensavam que sabiam que essas histórias não eram verdadeiras, decidiram experimentar ler essas histórias de dia, e as outras das meninas à noite. 
            Gostaram da experiência, mas poucos dias depois, voltaram a não resistir ao convite do amigo morcego que lia as histórias de terror. Lá voltaram os pesadelos! Elas não tentaram mais, mas desafiaram-se uns aos outros, para ver quem tinha razão...se eles, ou elas. 
            Convidaram toda a floresta para ouvir histórias de amor, e histórias de terror. Quem quisesse histórias de amor, ia para as morceguinhas e corujinhas, quem gostasse de histórias de terror, ia ouvir os morceguinhos e mochinhos.
             Nos primeiros dias, os mochinhos e morceguinhos, ganharam, tiveram muitos animais a ouvir as histórias de terror, e as corujinhas e as morceguinhas não tiveram ninguém para as ouvir. Todos ficaram muito entusiasmados a ouvir as histórias de terror, mas nessas noites ninguém dormiu, todos tiveram pesadelos.
             Passado uns dias, já cansados de não dormir, e de ficarem com o coração a bater muito depressa com o mais pequeno barulho, ou gritar quando viam sombras, decidiram ouvir as histórias delas, e dormiram como anjos, porque eram histórias tão bonitas, que faziam sonhar e transmitiam paz.
             Algum tempo depois, cada um ia para o que gostava mais, e todos continuaram amigos como antes… cada um tem os seus gostos, e se não gostamos de histórias ou filmes de terror, não temos de as ouvir, ou ver. Há milhares de histórias que esperam por nós.

E vocês? Que histórias gostam mais? Sobre quê? Já tiveram sonhos maus depois de ouvir ou ver uma história ou filme de terror?


                                                                        FIM
                                                                     Lara Rocha 
                                                                     4/12/2018